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Carteira Financeira para 2020: 5 dicas de Small Caps

Com o fim-início de ano, a tendência de traçarmos metas, somada a saída dos resultados dos desempenhos do portfólio financeiro, agora se torna uma boa hora para reavaliar a carteira. Aproveite para refletir quais investimentos e ações estão de acordo com seus objetivos financeiros a curto, médio e longo prazo. Pensando nisso, a dica de hoje é sobre Small Caps – também conhecidas como “ações de terceira linha”- e quais são as mais interessantes do mercado, na opinião de nossa equipe, para 2020. Primeiramente, você sabe o que são e como funcionam?

Small Caps é um termo em inglês usado para se referir as empresas de pequeno porte da Bolsa de Valores, àquelas que possuem valor de mercado inferior em comparação com as grandes companhias (large caps), tanto é que não aparecem no índice Ibovespa. Mas não se deixe enganar, as ações dessas “pequenas” também podem oferecer uma grande chance de crescimento com lucros altos da noite para o dia, entretanto, com seus devidos riscos. Por isso, geralmente são recomendadas para o acionista que deseja comprar pensando no longo prazo, sem risco de precisar do dinheiro antes da margem de 3 a 5 anos, até em razão de sua baixa volatilidade. Se você quer saber mais detalhes teóricos sobre as Small Caps, você pode conferir na nossa matéria “O que são Small Caps”, clicando aqui.

Quais Small Caps ter na carteira em 2020?

As apostas para 2020 indicam que a maré boa que acompanhou certos setores no ano passado continue a prover bons resultados nas ações Small Caps relacionadas. Nesse post, daremos 5 dicas de empresas que tendem a continuar sua performance positiva.

A primeira delas é do setor financeiro, sendo o Banco Pan (BPAN4). Dentre as Small Caps, obteve o maior desempenho de 2019, com um crescimento de 451,42%, além de captar R$520.000.000 para investir em tecnologia e acelerar ainda mais seu crescimento. Seu projeto é expandir para se tornar um banco digital para as massas, alcançando grupos das classes C, D, E.

A segunda não poderia deixar de ser do setor de construção civil, bastante em alta em 2019 (subiu 70,6% na bolsa), sendo aqui falado em específico sobre a empresa tradicional Trisul (TRIS3), que apresentou crescimento de 283,89%, em 2019. A companhia já possui tempo de experiência no mercado, visto que está há mais de 35 anos inserida. Sua abordagem se mantém estável e clara, conservadora, realiza a prospecção, avaliação, esboço e construção do projeto. Além disso, seu ponto chave é a tecnologia de qualidade usada, bons fornecedores e preços atraentes, se diferenciando num setor de grande competitividade como esse e se dando bem na maré crescente do mercado de construção.

A terceira é Marfrig (MRFG3), fabricante de alimentos, que se encontra em bom contexto atual, se aproveitando da escassez da carne bovina nos EUA além da gripe africana que afetou os asiáticos. Sua tendência de crescimento é esperada a ficar em torno de 26%, segundo relatórios do Citi Research, divulgados a clientes.

Já a quarta indicação fica com o foco no Banco Inter (BIDI11), uma vez que tem recebido destaque por ter sido vanguarda dos bancos digitais no Brasil. Sua empresa funciona desde 1994, mas antes sob o nome de Banco Intermedium, sofreu diversas mudanças de identidade e política em 2017, como a renomeação, trazendo melhoras nos resultados até os dias atuais.

Por fim, a última destacada é a Movida (MOVI3), do ramo de aluguel de carros e venda dos mesmos seminovos. Com a melhora da economia brasileira, a empresa vem se destacando cada vez mais, sem ter perdido o equilíbrio durante a crise. Portanto, as perspectivas tendem a ser ainda mais promissoras para o ano de 2020.

Nota: as informações contidas nesta matéria não representam ofertas ou tentativas de vendas de qualquer tipo. Todos os dados contidos apenas foram usados para fins educacionais. Para informações mais específicas e consultorias, favor procurar um especialista, técnico e/ou órgão profissional certificado no assunto.